Spaghetti com tomatinhos assados e pão de ervas

Master of Pasta Barilla

Spaghetti com tomatinhos assados e pão de ervas

Prep Time 30 minutes
Cook Time 30 minutes
Total Time 1 hour
Servings 4 porções

Ingredients
  

  • 500 g Spaghetti 5 Cereali Barilla
  • 400 g tomatinhos-cereja (vermelhos e amarelos)
  • 4 colheres manjerona fresca
  • 2 dentes alho triturado
  • 1 pão integral / 7 grãos pequeno
  • 2 ramos de tomilho
  • 4 folhas sálvia
  • 4 tomates italianos maduros
  • 4 colheres ervas picadas (salsinha
  • 5 folhas manjericão fresco
  • 2 colheres farinha de rosca
  • Sal

Instructions
 

  • Aromatizar o azeite com as ervas frescas (sálvia, manjericão, tomilho e manjerona) picadas finamente. Deixar aromatizando por pelo menos 1 hora.
  • Retirar a pele e as sementes dos tomates. Batê-los no liquidificador e coar o suco.
  • Cozinhar a massa em água fervente abundante, pelo tempo indicado na embalagem, de modo que fique al dente.
  • Em uma frigideira dourar o alho no azeite extravirgem, acrescentar o suco do tomate, a massa cozida al dente e finalizar o cozimento.
  • Servir Imediatamente
  • Conheça a Barilla:

A Barilla, maior fabricante de massas do mundo, apresenta a receita Spaghetti 5 Cereali Barilla com tomatinhos assados e pão de ervas. A consistência do trigo grano duro, combinado com a doçura do milho, em conjunto com espelta, centeio e cevada integrais entregam fibra e sabores únicos ao Spaghetti 5 Cereali Barilla. Com tomates-cereja assados e um toque de ervas, o prato faz qualquer um se apaixonar na primeira garfada!

Spaghetti 5 Cereali Barilla com tomatinhos assados e pão de ervas

Rendimento: 6 porções | Nível de dificuldade: média | Tempo de preparo: 1 hora e 30 minutos

Ingredientes:

  • 500g de Spaghetti 5 Cereali Barilla
  • 400g de tomatinhos-cereja (vermelhos e amarelos)
  • 4 colheres de manjerona fresca
  • 2 dentes de alho triturado
  • 1 pão integral / 7 grãos pequeno
  • 2 ramos de tomilho
  • 4 folhas de sálvia
  • 4 tomates italianos maduros
  • 4 colheres de ervas picadas (salsinha, cebolinha e coentro frescos)
  • 5 folhas de manjericão fresco
  • 2 colheres de farinha de rosca
  • Sal, pimenta-do-reino preta e azeite a gosto.

Modo de preparo:

  1. Aromatizar o azeite com as ervas frescas (sálvia, manjericão, tomilho e manjerona) picadas finamente. Deixar aromatizando por pelo menos 1 hora.
  2. Cortar o pão em fatias, esfregar o alho cortado ao meio nos dois lados das fatias e distribuí-las em uma assadeira. Temperar com o azeite aromatizado, sal e pimenta- do-reino preta. Assar em fogo alto por 3 minutos. (Deve ficar sequinho por fora e macio por dentro)
  3. Retirar a pele e as sementes dos tomates. Batê-los no liquidificador e coar o suco.
  4. Cortar os tomatinhos ao meio, e acomodá-los em uma assadeira, com a face do corte voltada para cima e assar em forno pré-aquecido a 180º, até que sequem bem e fiquem dourados nas bordas. Deixar esfriar para, então, retirar da assadeira.
  5. Cozinhar a massa em água fervente abundante, pelo tempo indicado na embalagem, de modo que fique “al dente”.
  6. Em uma frigideira dourar o alho no azeite extravirgem, acrescentar o suco do tomate, a massa cozida “al dente” e finalizar o cozimento.
  7. Acrescentar as ervas picadas (salsinha, cebolinha e coentro), os tomates assados, azeite, o pão cortado em cubos de 1cm e a farinha de rosca. Misturar bem.
  8. Servir Imediatamente

Conheça a Barilla:

A Barilla é a maior fabricante de massas do mundo. De origem italiana, está presente nos principais países do mundo e completa 142 anos de história em 2019. Atua sob dois conceitos-chave principais: “Good for you. Good for the planet” (consumo consciente e sustentável, valorizando os recursos naturais) e “Diversidade e Inclusão” (ações interna e externa em prol da igualdade entre gêneros, raça, etnia, LGBTQ+ e acessibilidade).

A História da Massa: Da Itália para o Mundo

Poucas categorias culinárias têm uma história tão rica e debatida quanto as massas. Embora a Itália seja universalmente reconhecida como a grande guardiã da cultura das massas, os registros históricos mostram que versões de macarrão já existiam na China há mais de 4.000 anos. O historiador gastronômico Silvano Serventi documentou que os romanos conheciam uma pasta chamada laganum — ancestral direta da lasanha — muito antes de Marco Polo supostamente “trazer o macarrão da China” no século XIII, um mito que os historiadores modernos há muito desmontaram.

Foi durante o Renascimento italiano que as massas ganharam sua identidade gastronômica definitiva. Cada região desenvolveu sua forma e molho característicos: o Piemonte abraçou o tajarin fino e rico em gemas; a Emília-Romanha consagrou o tagliatelle ao ragù bolognese; a Nápoles popularizou o spaghetti como alimento de rua, consumido com as mãos por vendedores em praças públicas. A chegada das massas secas nas Américas, com os fluxos migratórios italianos no final do século XIX, transformou a culinária do continente para sempre.

Perfil Nutricional: O que as Massas Oferecem ao Organismo

As massas de trigo duro — como as de semolina ou grano duro — são fontes de carboidratos complexos de digestão moderada, fornecendo energia sustentada ao longo de horas. Ao contrário do pão branco, a estrutura proteica do glúten presente nas massas de qualidade atrasa a liberação de glicose na corrente sanguínea, mantendo o índice glicêmico relativamente baixo (entre 40 e 55). Uma porção de 80g de massa seca cozida al dente fornece aproximadamente 280 kcal, 10g de proteína, 56g de carboidratos e apenas 1,5g de gordura. As versões integrais acrescentam fibras solúveis e insolúveis que alimentam a microbiota intestinal e contribuem para a saciedade.

O segredo nutricional está no ponto de cozimento: massa al dente tem índice glicêmico menor do que massa bem cozida, pois as proteínas ainda envolvem o amido, retardando sua digestão. Acrescentar azeite extravirgem e vegetais ao molho aumenta o teor de antioxidantes e gorduras saudáveis, transformando um prato simples em refeição nutricionalmente completa.

Massas ao Redor do Mundo: Variações Fascinantes

A vocação universal das massas fica evidente quando olhamos para as culturas mais diversas. No Japão, os ramen, soba e udon são massas feitas com farinha de trigo, trigo sarraceno ou batata-doce, servidas em caldos elaborados que levam horas para apurar. No Vietnã, os pho usam macarrão de arroz em caldo de carne perfumado com canela e anis-estrelado. No Oriente Médio, o kishk libanês combina trigo fermentado com leite coalhado, resultando em uma massa única com sabor ácido. Na Etiópia, o injera, embora tecnicamente um pão, funciona como base para molhos e ensopados de forma similar às massas do Mediterrâneo. Cada cultura encontrou na farinha e na água a base para construir sua própria identidade culinária.

A beleza da cozinha de poucos ingredientes

A cozinha italiana ensinou ao mundo uma lição preciosa: pratos memoráveis nascem de poucos ingredientes de qualidade, bem combinados. Um spaghetti com tomatinhos assados e pão de ervas não precisa de uma lista interminável de itens para impressionar — bastam tomate maduro, bom azeite, ervas frescas e o ponto certo da massa. É a chamada cozinha de subtração, em que menos elementos significam mais clareza de sabor e mais espaço para cada ingrediente brilhar.

Cozinhar assim exige confiança e conhecimento, não excesso. Quando se entende por que o tomate pede azeite, alho e manjericão, deixa de ser necessário decorar proporções: o prato se monta pela lógica do sabor. Essa é a essência da arte de cozinhar sem receitas, que valoriza a intuição e o reconhecimento das afinidades naturais entre os alimentos. Quem assa um tomatinho e prova, ajusta o sal e decide a erva pelo aroma já está cozinhando dessa forma livre e prazerosa.

Como combinar ingredientes que se completam

Existe uma lógica por trás das combinações que dão certo, e percebê-la liberta o cozinheiro das receitas. Ingredientes ácidos, como o tomate e o limão, pedem gordura para equilibrar — daí o casamento com o azeite. Sabores intensos, como alho e ervas, ganham quando aplicados em camadas, parte no início do preparo e parte na finalização. Já o doce natural de um tomate assado se beneficia de uma pitada de sal e de um toque amargo, como o de uma erva mais robusta, criando profundidade.

Treinar esse olhar é mais simples do que parece: basta provar em cada etapa e se perguntar o que está faltando — acidez, sal, gordura, frescor ou um toque aromático. Com o tempo, o paladar memoriza as afinidades e passa a sugerir os próximos passos sozinho. Foi assim que gerações de cozinheiros italianos transformaram a despensa modesta em uma das culinárias mais amadas do planeta, sem precisar de medidas exatas.

Nossa opinião

Este spaghetti é um manifesto a favor da simplicidade bem executada. Gostamos de como ele entrega sabor de sobra com ingredientes acessíveis, provando que sofisticação na cozinha é mais sobre técnica e sensibilidade do que sobre listas caras de compras. O pão de ervas, crocante e perfumado, transforma um prato corriqueiro em algo digno de trattoria.

Para quem quer evoluir, recomendamos usar esta receita como base e ousar nas variações: troque o manjericão por orégano fresco, acrescente pimenta calabresa ou finalize com raspas de limão siciliano. Cada ajuste ensina algo sobre o equilíbrio de sabores. No fim, é essa brincadeira consciente que separa quem apenas segue receitas de quem realmente cozinha.

Perguntas frequentes

O que é pão de ervas?

É um pão, geralmente em fatias ou cubos, temperado com ervas como salsinha, manjericão, orégano ou alecrim e azeite, levado ao forno até ficar crocante. Serve como acompanhamento aromático e dá textura a massas e saladas, agregando perfume e crocância ao prato sem complicar o preparo.

Como assar tomatinhos para massa?

Disponha tomates-cereja em uma assadeira, regue com azeite, sal e ervas e leve ao forno alto até que comecem a murchar e soltar os sucos, concentrando o sabor. Esse processo intensifica a doçura natural do tomate e cria um molho rústico perfeito para envolver o spaghetti.

Por que combinar tomate com azeite e manjericão?

É uma das harmonizações mais clássicas da cozinha italiana porque equilibra os elementos: a acidez do tomate pede a gordura do azeite, e o frescor do manjericão complementa o conjunto. Conhecer afinidades como essa permite cozinhar com mais liberdade, ajustando os ingredientes pelo paladar.

Criado em: 17/08/2019

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Atualizado em: 24/06/2026

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